quarta-feira, 10 de maio de 2006

Das horas surreais

Saí do trabalho ontem com a Paula porque estava podre de carente. A idéia era tomar um vinho, então passamos num lugar que vende um muito bom para levar para casa. O dono do lugar não deixou a gente ir embora. Disse que era pra sentarmos, que eles ainda iriam demorar a limpar tudo... Sentamos.

Depois de um tempo, o cara sentou na nossa mesa. Não parou de servir vinho. Tava olhando meio estranho. Fiquei com o cara. Sério, ninguém merece. E a conta, não foi conta. A bebedeira ficou de graça. Deixamos o cara na casa dele e fomos pra minha casa - eu e Paula.

Ao acordarmos pra almoçar, cadê o Corujito - o Uno da Paula? Sumiu, escafedeu-se: foi roubado. Resolvemos almoçar mesmo assim. Na volta, pela Joaquim Nabuco, quem a gente encontra? O Corujito! Motor quente, portas abertas. Pneus trocados - tão uns horríveis. Além de rádio, cadeira de praia, casacos e sapatos roubados. Mas o carro tava ali, ali, ali na nossa frente.

Eu nunca tinha visto disso. Roubo de carro e recuperação do carro assim, tudo na Cidade Baixa...

2 comentários:

Yara disse...

QUE HORROR!!! Pelo menos o cara era gostosinho?

Sabrina disse...

ai, Jana, só tu mesmo. E que pena que sou uma menina comprometida, pq aí já sabia onde ia beber de graça de vez em qdo (se o cara for tragável, claro!). E que sorte de vocês, depois do azar! :)